Sem veículos, fiscais não têm como fazer inspeções.

Se a rede municipal de saúde de Cuiabá já vinha enfrentando um caos total com a superlotação do Pronto Socorro, médicos e enfermeiros à beira de uma greve, clínica odontológicas fechadas por falta até de água, a situação ficou ainda mais caótica hoje por causa da falta de veículos.

Dois setores bastante prejudicados são a Vigilância Sanitária e Epidemiológica. Sem carros, não teve como distribuir vacinas, atender denúncias, fiscalizar estabelecimentos e inúmeros outros serviços essenciais. Agora é rezar para não ocorrer nenhuma situação emergencial.
Sem locomoção, os técnicos não podem fazer apreensão de produtos, investigação de surtos e intoxicações em massa, por exemplo, monitoramento em hospitais e uma infinidade de outros locais, como restaurantes e farmácias, atender reclamações e denúncias. Ou seja, diminui muito a capacidade de intervenção do Poder Público e faz com que fique reduzida a ação de proteção ao cidadão, que fica sem ter aonde recorrer e totalmente vulnerável.
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