Caso a administração do Hospital Metropolitano de Várzea Grande seja mesmo entregue a uma Organização Social, caberá ao Ministério Público de Mato Grosso manter a guarda. Como este tipo de modelo dispensa fiscalização da ampliação do dinheiro público, fica susceptível a atos ilícitos caso a empresa vencedora não seja idônea.
Segundo o secretário de Estado de Saúde, Pedro Henry, a licitação do serviço começa nesta segunda-feira (21) com a entrega das propostas pelas OS interessadas e também abertura dos envelopes. A informação foi dada pelo secretário logo após o Tribunal de Justiça de Mato Grosso suspende a liminar que impedia o governo do Estado de contratar uma Organização Social de Saúde (OS) para administrar o Hospital Metropolitano de Várzea Grande. A decisão foi do presidente do TJ, desembargador Rubens de Oliveira.
De outro lado, o presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), Arlan Azevedo, informa que o conselho está com pedido de suspensão da contração de OS na Justiça Federal. Ele acredita ainda que mesmo fazendo a licitação, a implantação deste modelo tem vários obstáculos. Um deles é a falta de equipamentos e servidores no Hospital Metropolitano.
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