Se na porta da Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro, os velhinhos viviam “sassaricando”, como cantava a vedete predileta de Vargas, por aqui todos vivem enrolando. O enrolador padrão, segundo me contaram, é um burocrata profissional – portador de uma educação ociosa, cultura ornamental e roupa da moda. Habita sempre as margens do poder. Tem consciência plena que é um enrolador emérito, útil aos poderosos. Orgulha-se do salário que recebe e, com o tempo, torna-se uma peça importante na máquina do poder. Entretanto, a enrolação tem um limite de tolerância!
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