O motorista de caminhão Diego Reinehr, de 26 anos, residente em Querência, 740 km ao nordeste de Cuiabá (MT), e a três transportando calcário em uma carreta de sua propriedade fala a nossa reportagem sobre o sofrimento que enfrenta todos os dias nas estradas do Vale do Araguaia. “Tem ponte aí que está tremendo quando a carreta passa e enquanto não acontece um acidente ninguém faz nada.”

Para Diego, o paliativo que está sendo feito através do CODEMA é válido mais não resolve devido ao grande fluxo de carretas que diariamente passa pela MT 326. “As pontes estão caindo como a do Rio Água Suja no ano passado. Passamos meia noite lá arrumamos as tabus e no outro dia um colega nosso caiu lá dentro e acabou com o caminhão. Na época das chuvas quando o Rio enche ninguém passa”.
Diego Reinehr, caminhoeneiro. (Foto: Água Boa News)

Sem rodeios nosso entrevistado disse que não adianta os concertos de pontes de madeira. “Aqui precisamos de pontes de concreto e asfalto. É mais de 300 carretas por dia, só de calcário, fora o trânsito normal da rodovia de produtos que estão saindo para os outros estados por esta estrada”.

Só para percorrer 96 km, entre a usina de calcário e a BR 158 são gastos por volta de 5 horas de viagem, se fosse asfalto levaria por volta de 1h40 até 2h00. A solução seria boas condições das estradas e todos andarem com peso oficial de balança assim as viagens seriam mais rápidas e o lucro era certo.(Max Weber/Água Boa News)
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