Proposta pelo conselheiro Antônio Joaquim, a Medida Cautelar pedindo a suspensão do pregão foi aprovada por unanimidade pelo Pleno do TCE. Apesar disso, a encenação do Auto da Paixão de Cristo foi realizado no parque de exposições da Acrimat, em Cuiabá, com a participação do modelo e ator Paulo Zulu. O evento estava orçado em R$ 3,2 milhões, dinheiro que daria para construir 2 policlínicas e  16 unidades do Programa de Saúde da Família (PSFs).
Para o autor da medida, conselheiro Antônio Joaquim, é inaceitável a falta de planejamento da Setecs, que já vem promovendo o evento há 8 anos e ainda conseguiu deixar para a última hora a realização do pregão.
O detalhe é que todo o cenário já estava erguido, mas o pregão só seria realizado uma semana antes do início do evento (14 a 17 de abril). “Não se justificam erros grosseiros e com evidências de irregularidades”, declarou o conselheiro, ressaltando que essa desorganização fatalmente traria prejuízos ao erário público.
O Ministério Público do Estado (MPE) entende, por sua vez, que mesmo com a suspenção do pregão eletrônico para contratação de empresa especializada na realização do Auto da Paixão de Cristo, e que ocorreria no dia 07 de abril, o evento promovido pela Secretaria de Trabalho, Emprego e Assistência Social  (Setecs) deve ser fiscalizado.
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Eliana
9 anos atrás

Sandra,
Um absurdo e, ainda por cima, envolvendo a Paixão de Cristo.
Não foi para isso que Ele morreu na Cruz.
Passados mais de 2000 anos a lição não foi mesmo aprendida!!!
Um lástima!
E uma enorme falta de respeito para com os sentimentos de todos nós,
Eliana Crivellari