Militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), acampados desde o dia 10 de abril, no Trevo do Lagarto reivindicando Reforma Agrária, se juntaram agora pela manhã aos movimentos sociais da cidade na passeata e no protesto público que está sendo feito agora em frente à prefeitura de Várzea Grande. O protesto foi batizado de “ACORDA, VÁRZEA GRANDE!”
Hoje no interior de Mato Grosso, o MST irá distribuir alimentos, em Campo Verde, Tangará da Serra e Mirassol D’Oeste. Essa atitude, além de ser solidária entre os que têm dificuldade alimentar, servirá também para chamar a atenção da sociedade para a importância da agricultura familiar na oferta de comida fresca, de qualidade e barata na mesa dos brasileiros.
Na visão do MST, o agronegócio, que visa o lucro, não planta para alimentar. O exemplo disso é que boa parte da soja cultivada em Mato Grosso serve para engordar animais para abate na Europa.
O MST observa que a fome ainda atinge 11,2 milhões de brasileiros conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em Cláudia, o MST ocupou a prefeitura para cobrar essencialmente escola para as crianças que vivem acampadas e assentadas.
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