Madeireiros disfarçados de trabalhadores rurais sem terr uma propriedade rural na localidade do Roosevelt, destinada ao manejo sustentável, com o objetivo de extração de madeira para comercialização de toras nas empresas da região.
Segundo as informações do proprietário da área, Luís Sérgio Beltrão Gavina, a propriedade, de 2.500 hectares, localizada no município de Colniza, teve aprovado o Cadastro Ambiental Rural (CAR), permitindo o projeto de manejo sustentável para preservação da floresta amazônica.
Ao tomar conhecimento da invasão, a segunda em pouco mais de um ano, o fazendeiro registrou ocorrência na Delegacia de Polícia Civil Judiciária, por meio de seu advogado e protocolou pedido de reintegração de posse da propriedade rural, que estava com interdito proibitório, por conta de anúncio anterior de invasão.
Como a área ainda é de mata virgem, o fazendeiro teme que a propriedade seja desmatada e a madeira comercializada ilegalmente na região, configurando danos ao meio ambiente e aumentando ainda mais a estatística do desmatamento em Mato Grosso.
A propriedade, denominada Lote Madeira, localizada na Linha 40, na “Boca da Mata”, fica a cerca de 50 quilômetros do distrito do Guariba e a 130 quilômetros da divisa com o Estado de Rondônia, para onde a madeira ilegal pode ser transportada para beneficiamento.
O fazendeiro teme que, caso os madeireiros não sejam retirados da propriedade, a ocorrência sirva de exemplo para outras invasões de áreas em que a prioridade é manter a floresta intacta e a renda obtida apenas com o manejo sustentável.
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