Esses modelos de gestão mista, como o de São Paulo e também Pernambuco, segundo a professora do Instituto de Saúde Coletiva Wildice Costa e representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), são na verdade “vitrines despedaçadas”. Segundo ela, não adianta seguir modelos que, na verdade, não funcionam. “Todo mundo atira pedras no SUS, mas porque atende todo mundo e é claro que isso gera superlotação. Se a UTI tem capacidade para oito leitos, está sempre com 20 a 22 pacientes. Essa é a realidade. Ora, é lógico que um hospital privado não vai fazer isso, não vai fazer aquilo que não está no contrato”.
Wildice ressaltou também que o servidor público pode se recusar a trabalhar em um hospital privado, porque não fez concurso para tal. Ela criticou o Conselho Estadual de Saúde, que, na opinião dela, muitas vezes se esquiva ou se omite, entendendo que é melhor esperar a conferência de saúde, até novembro. “Não temos que esperar nada, temos que agir”. A professora também propôs que a reitora da UFMT se coloque publicamente sobre essa questão. “Ela tem que se posicionar e dizer de que lado está”.
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