Muito mais que tratar a doença, o cuidado com a saúde envolve cinco pilares, que são a educação em saúde, a prevenção, o diagnóstico, tratamento adequado e ambiente sustentável. Quem explica esses cinco pilares da atenção integral à saúde é a médica Natasha Slhessarenko, responsável técnica pela Clínica Vida Diagnóstico e Saúde, por ocasião do Dia Mundial da Saúde, celebrado neste dia 7 de abril.

Este modelo de gestão implantado na Clínica Vida, ressalta Natasha Slhessarenko, se preocupa desde manter o paciente bem informado sobre as questões que envolvem a sua saúde, incentiva o check-up anual como uma importante ferramenta de prevenção e diagnóstico precoce, prioriza as vacinas, e defende que o tratamento seja multidisciplinar.

“A atenção integral à saúde começa por ações de educação em saúde, a exemplo de palestras na unidade pública ou estabelecimentos privados sobre temas como a prevenção do câncer, das vacinas, da atividade física, de uma boa nutrição, do cuidado com a saúde mental, entre outros”, pontua a médica.

Um recurso também considerado fundamental para a promoção da saúde, prevenção e diagnóstico precoce é o check-up. Quem explica é o médio Roberto Barreto, diretor da Clínica Vida. “Não devemos esperar adoecer para marcar uma consulta”, alerta Dra. Natasha Slhessarenko, observando que o check-up traz mais tranquilidade para realizar projetos, ajuda a diagnosticar enfermidades e traz resultados muito mais eficazes para os tratamentos.

Sustentabilidade

O modelo de atenção integral à saúde deve estar diretamente ligado à sustentabilidade, que é o conjunto de ações que a empresa toma em respeito ao meio ambiente e o desenvolvimento da sociedade como um todo.

“Isso significa que seu planejamento, ações e táticas devem contemplar atitudes éticas, conscientes e que colaborem para um mundo melhor, completando o ciclo da atenção integral à saúde”, contextualiza o engenheiro Leonardo Slhessarenko, responsável pelo projeto estrutural da sede da Vida.

Segundo o engenheiro, para ser efetivamente sustentável, a organização precisa incorporar internamente ações sociais e ambientais diferenciadas, oferecendo não somente ações de educação em saúde, sala de vacina, consulta com especialistas, exames clínicos e de imagem e check-up, mas cumprindo com o seu papel de empresa verde.

A Vida, segundo Leonardo Slhessarenko, possui a sua estação subterrânea de tratamento de resíduo com mais de 50 mil litros, usa a energia solar, tem captação de água da chuva para a utilização na jardinagem, faz a separação de lixo, usa lâmpadas de LED com altíssima eficiência, e mais recentemente instalou uma estação de carregamento de carro elétrico e hibrido.

“Temos esse modelo como propósito geral e nos orgulhamos do grande avanço que já alcançamos nessa direção em favor do bem-estar comum de toda a sociedade”, completa o engenheiro.

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